Escrito por Ricardo de Castro Barbosa    Sex, 13 de Setembro de 2013 14:48    PDF Imprimir E-mail
Identificando Serviços de Informação

Uma das etapas mais sensíveis em uma iniciativa SOA é a etapa de Identificação de Serviços. Acertar a granularidade adequada, definir se uma funcionalidade deve ser um Serviço ou uma capacidade de um determinado Serviço, se um Candidato a Serviço deve ser dividido em mais de um Serviço, etc. são algumas questões levantadas nesta etapa, que deve sempre se nortear pelos Princípios de Design de Serviços, principalmente Reuso, Autonomia e Visibilidade. Porém alguns Serviços “aparecem” de uma forma quase natural, e estão relacionados à Informação. Por isto mesmo são chamados de Serviços de Informação.

O objetivo é criar Serviços que sejam os únicos meios de acesso às informações, estando em linha, portanto, com os Princípios de Reuso, Visibilidade e, principalmente, Autonomia.

Os Serviços de Informação podem ser classificados como:

Serviços de Integração:

Responsáveis pela Limpeza, Transformação e Consolidação de Dados. Criam a Federação de Dados de múltiplas fontes, além de integrarem dados de fontes heterogêneas.
São, na maioria dos casos, read-only.

Serviços de Dados:

São Serviços que executam CRUD (Creat/Read/Update/Delete)

Serviços de Conteúdo:

Estes Serviços expõem dados não estruturados, fornecendo uma visão sem “costuras”.

Serviços Analíticos:

A partir de fontes heterogêneas, estruturadas e não-estruturadas, estes Serviços criam informações analíticas. São, na maioria dos casos, read-only.

A Identificação de Serviços a partir de Serviços de Entidade, que é o caso dos Serviços de Informação, pode simplificar esta etapa. A partir destes Serviços, outros surgirão, tornando-se Serviços Utilitários, que servem a várias finalidades na Empresa, e Serviços Tarefa, que executam uma parte importante de um processo.

Um cuidado deve ser tomado para não criar acoplamentos indesejáveis entre os Serviços de Informação e as tecnologias associadas às respectivas bases de dados, como por exemplo, o uso inadequado de procedures. Para evitar este acoplamento faz-se necessário o uso de façades, que embora exijam maior esforço de análise e desenvolvimento, proporcionam este baixo acoplamento às tecnologias envolvidas.

 

Ricardo de Castro Barbosa é Diretor da Soa Master Educação e Consultoria Ltda. É certificado como SOA-Professional, SOA-Consultant e SOA-Architect pela SOASchool, do Prof. Thomas Erl.

Bibliografia:
100 SOA Questions Asked and Answered – Kerrie Holley & Dr. Ali Arsanjani;
SOA-Princípios de Design de Serviços – Thomas Erl.

 

Endereço

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Barueri – São Paulo  CEP 06473-073

(11) 4191-6051 / (11) 4191-3970

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